6 passos para prevenir um vírus
Baseado em texto da CNET
Junho de 1999
Embora existam milhares de vírus de computador conhecidos pelos
pesquisadores, a grande maioria é encontrada fora em laboratórios
de informática. Dos cerca de 500 vírus que existem "nas esquinas",
a maioria é relativamente inocente. Eles podem carregar um
pouco a memória , mas provavelmente não escreverão
informações no disco rígido ou destruirão
os arquivos de trabalho.
Mas não vale a pena correr riscos. Para um sono mais agradável
existem alguns passos a serem seguidos:
1. adquirir algum software antivírus
Nenhum software antivírus é perfeito, e falsos alarmes nos
chateiam tanto quantos os vírus. Mas nenhum computador neste mundo
todo conectado e com discos compartilhados deveria funcionar
sem software antivírus (assim como toda casa tem uma porta com chave).
E este software deve ser atualizado freqüentemente, pois há
uma criação constante de vírus.
2. ficar atento aos disquetes e CD-ROMS
Em geral, é conveniente ser muito cauteloso na utilização
de disquetes de fontes desconhecidas, especialmente se os disquetes forem
compartilhados por várias outras pessoas. Mas às vezes não
há escolha. Nesses casos, a segunda coisa a fazer, depois de inserir
o disquete, é examiná-lo com software antivírus.
Examine todos os arquivos, não só os arquivos de programa.
Faça isto até mesmo para software que foi comprado. Igualmente,
quando um disquete é dado para alguém, sempre protegê-lo
para impedir gravação. Desse modo, um vírus
em outra máquina não passará para o disquete
(a menos que a pessoa remova a proteção para fazer mudanças
e aí o problema é dela). Os CD-ROMs são
menos perigosos, mas é aconselhável
examiná-los na primeira vez em que forem utilizados.
3. carregar (download) com cuidado
Muitos usuários de computador acreditam que arquivos carregados
são a fonte mais comum de vírus. Mas isto não é
verdadeiro: a vasta maioria dos vírus vêm através
de discos ou arquivos compartilhados ou arquivos em uma rede.
Ainda assim, pode ocorrer um descuido, especialmente no uso de software
ilegal. Para estar seguro, carregue todos os arquivos em uma
pasta (diretório) especial no disco rígido. Então
assegure-se de examinar esses arquivos antes de abrí-los.
4. examinar (scan) com antivírus arquivos anexados
(attached files) antes de lê-los ou executá-los
Enquanto é impossível adquirir um vírus simplesmente
lendo uma mensagem de e-mail, é possível receber um através
de arquivo anexado (attached file). Alguns programas de e-mail
abrirão certos arquivos anexados automaticamente (com o programa
apropriado). Este recurso pode acelerar a leitura desses arquivos,
mas também é um pesadelo virótico em potencial. Aconselha-se
desligar esta função em seu programa de e-mail, e
examinar qualquer arquivo anexado que for recebido.
5. salvar arquivos compartilhados em RTF ou formato
ASCII
Para compartilhar dados em um servidor de rede, e garantir que eles
permaneçam sem contaminação, salvar em formatos
RTF ou ASCII.
Nenhum destes formatos salva macros e informação de
formatação,
e assim esse passo ajudará a prevenir vírus de macro.
6. fazer becape (cópia de segurança) de tudo
Regularmente faça cópia de segurança (becape) de seus
arquivos de trabalho e da configuração do sistema (ou verifique
se o departamento de informática já executa esse trabalho).
Armazene estas cópias em um lugar seguro, distante
de seu disco rígido. Assim, se seu sistema
é infectado por
um vírus, haverá cópias para recuperar o
trabalho executado (ufa!-)
Como dizia a velha e golpista UDN (Lacerda e Jânio),
o preço da liberdade é a eterna vigilância
©1995-1999 João Alexandre Sartorelli
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